https://revistanarratio.emnuvens.com.br/narratio/issue/feedRevista Narratio2026-02-20T11:55:22-03:00José Augusto Mendes Lobatogutomlobato@gmail.comOpen Journal Systems<p><strong>Narratio – Estudos de Comunicação, Linguagens e Mídias</strong> (ISSN 2676-0274) é um periódico eletrônico semestral de caráter científico vinculado à área de Comunicação e Artes da Universidade São Judas Tadeu. Tem como objetivo promover a difusão de conhecimento e de pesquisas que coloquem em diálogo a análise de processos e produtos midiáticos e aportes teórico-metodológicos das ciências da comunicação e dos estudos da narrativa, da linguagem e da cultura.</p> <p>A revista tem classificação B4 no <span class="il">Qualis</span> Periódicos, resultado da Avaliação Quadrienal da Capes (2021–2024).</p>https://revistanarratio.emnuvens.com.br/narratio/article/view/49Sucesso era seu desejo... da Jovem Guarda ao sertanejo2025-11-20T17:58:52-03:00Aparecido Donizeti Rodrigueszerenatorodrigues@hotmail.comBárbara Hellerb.heller.sp@gmail.comHeloísa Duarte Valentewhvalent@terra.com.br<p>A música sertaneja teve sua primeira gravação na década de 1920, embora a formação da primeira dupla remonte a 1910, com a Turma Caipira de Cornélio Pires. A consolidação da indústria fonográfica nas décadas de 1960 e 1970 transformou a música caipira em um produto cultural de massa. Esta pesquisa, vinculada a uma tese de doutorado em desenvolvimento, investiga os fatores que motivaram a transição de Sérgio Reis da Jovem Guarda para o gênero sertanejo. O estudo fundamenta-se na análise de materiais fonográficos, bibliográficos e audiovisuais, com ênfase na canção <em>O Menino da Porteira</em> (1973), marco de sua mudança artística. A obra, posteriormente adaptada para o cinema, evidencia a influência da indústria cultural na redefinição de sua carreira musical. Entretanto, essa relação mantém-se constantemente atrelada à memória da cultura musical do homem do sertão.</p>2026-02-20T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista Narratiohttps://revistanarratio.emnuvens.com.br/narratio/article/view/45Obrigado pelas rosas, huum milho2025-05-20T18:43:20-03:00Antonio Hélio da Cunha FilhoHELIOFILHO2@HOTMAIL.COM<p>Este artigo visa compreender a natureza do consumo do constrangimento, delimitando-o dentro dos rituais de trocas simbólicas contemporâneas. A pesquisa irá explorar como esses rituais reconfiguram os processos de distribuição e consumo de conteúdo, enquanto geram reflexões sobre o poder da imagem e o valor do trabalho na era digital. Para exemplificar esse fenômeno, a pesquisa se concentrará na análise das transmissões ao vivo dos NPCs no TikTok, empregando uma metodologia baseada na Análise de Conteúdo para oferecer visões em categorias sobre esse fenômeno emergente que tensionou as relações estéticas e econômicas, e testa os limites da práxis humana e da centralidade do corpo no digital.</p> <p> </p>2026-02-20T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista Narratiohttps://revistanarratio.emnuvens.com.br/narratio/article/view/43Arquissema da triste paixão e subliminaridade2025-12-10T06:40:27-03:00Claudio Silveira Maiaclaudio@ajes.edu.br<p>Este estudo explora a arte como fenômeno cultural e identitário, com ênfase na Amazônia, destacando o conceito de <em>arquissema da triste paixão</em> de Lotman e suas conexões com a subliminaridade. Por meio de uma análise intertextual de textos literários e históricos, incluindo o romance <em>A Amazônia Misteriosa</em> e o diário de viagem <em>A Amazônia que eu vi</em>, ambos de Gastão Luis Cruls, investigam-se como certos recursos narrativos e lexemáticos produzem sentidos e evocam interdiscursos. O arquissema é analisado como uma malha de semas, onde palavras transcendem significados apenas superficiais para compor estruturas significativas através de lexemas, como argumentado por Greimas e Rastier. O estudo também aborda a interdiscursividade, descrita como “signo em gêmeos”, evidenciando a riqueza estética e cognitiva das narrativas analisadas. Finalmente, com base nos códigos operatórios ideológico, temporal e representacional, busca-se compreender as articulações entre ciência, fantasia e arte na construção de um imaginário amazônico.</p>2026-02-20T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista Narratiohttps://revistanarratio.emnuvens.com.br/narratio/article/view/35Fazer diferença é todo dia2025-05-05T21:00:58-03:00Vicente William da Silva Dardevicentedarde@terra.com.br<p>Este artigo analisa as estratégias de diversidade e inclusão na Globo, maior empresa de comunicação do país, com foco na campanha “Fazer a Diferença é Todo Dia” (2022), parte de sua Agenda ESG 2030. Examinamos ações voltadas à população LGBTQIA+ nos Relatórios ESG de 2021, 2022 e 2023. Por meio das ações e estratégias de comunicação interna, identificamos investimentos em equipes diversas, treinamentos e capacitações para um ambiente inclusivo. Refletimos também sobre as práticas de Relações Públicas dentro das empresas, pois entendemos que a maneira como uma empresa comunica e pratica a diversidade e a inclusão pode afetar sua imagem e reputação perante os públicos de interesse.</p>2026-02-20T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista Narratiohttps://revistanarratio.emnuvens.com.br/narratio/article/view/48Pedagogia do documentário2025-11-08T13:03:13-03:00Fábio Raddi Uchôaraddiuchoa@gmail.comMurilo Bronzerimubronzeri.mb@gmail.com<p>A partir de uma experiência com a disciplina <em>Narrativas Documentais</em> (Universidade Anhembi Morumbi), questionamos as presenças da voz, dos depoimentos e das estratégias político-discursivas, vislumbradas por alunos de graduação em jornalismo. Para tanto, unimos três passos: a) o debate teórico sobre a presença da voz no documentário (Bernardet; Lins; Nichols); b) a descrição da experiência pedagógica com os alunos e c) uma análise dos curtas-metragens, realizados como trabalho final, enfatizando as intersecções entre a entrevista, os gêneros jornalísticos e as estratégias do audiovisual contemporâneo – como a encenação do cotidiano, o olhar feminista às minorias, o videoclipe e a publicidade.</p>2026-02-20T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista Narratiohttps://revistanarratio.emnuvens.com.br/narratio/article/view/44Seriados audiovisuais sul-coreanos2025-12-10T06:41:48-03:00Camila Coronadocamilacoronado33@gmail.comMalena Contreramalena.contrera@docente.unip.br<p>O texto propõe uma análise sobre os estereótipos de masculinidade presentes nos seriados audiovisuais coreanos ambientados no contemporâneo a partir dos padrões de preferência das fãs desse gênero. Traz resultados de enquete realizada em páginas de fãs das redes sociais, a fim de levantar as preferências de seriados e a relação desses seriados com os protagonistas masculinos. Cruzando as ferramentas da enquete realizada, dados quantitativos são cruzados com dados qualitativos para observar quais elementos simbólicos estão presentes nas configurações dessas personagens. O texto contextualiza ainda a análise a partir do fenômeno dos doramas, seu impacto na cultura coreana e seu crescimento global, e delineia o perfil dos protagonistas masculinos a fim de analisar o modelo de masculino que projetivamente está sendo desejado pelo público feminino do gênero. Alinha-se teoricamente aos estudos acerca da relação entre mídia e imaginário.</p>2026-02-20T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista Narratiohttps://revistanarratio.emnuvens.com.br/narratio/article/view/39A Dublagem como elemento identitário em narrativas seriadas2025-12-10T06:43:59-03:00Marcio Dantas de Andrademarciodandrade@yahoo.com.brSérgio Nesteriuk Gallosergio.gallo@animaeducacao.com.br<p>Este artigo investiga o papel da dublagem como elemento identitário em narrativas seriadas, com destaque para o impacto cultural e técnico da série "Anos Incríveis" no Brasil. A análise aborda como a escolha e manutenção de dubladores influenciam a experiência do público, explorando a trajetória de Angélica Santos na dublagem da personagem Kevin Arnold e de Carlos Falat como Paul Pfeiffer. Com base no referencial teórico apresentado no texto, discute-se como a dublagem pode aproximar as obras audiovisuais de diferentes culturas ao público local,. Além disso, são apresentados exemplos de adaptações culturais e técnicas vocais utilizadas por dubladores, evidenciando a dublagem como um elemento indispensável na construção da identidade cultural em produções audiovisuais.</p>2026-02-20T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista Narratiohttps://revistanarratio.emnuvens.com.br/narratio/article/view/51Editorial - v.5, n.22026-02-20T11:01:50-03:00José Augusto Mendes Lobatogutomlobato@gmail.comMarcelo Monteiro Gabbaymarcellogabbay@uol.com.br2026-02-20T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista Narratio