Arquissema da triste paixão e subliminaridade

Um olhar matreiro sobre passagens de "A Amazônia Misteriosa" e "A Amazônia que eu vi", de Gastão Luis Cruls

Autores

  • Claudio Silveira Maia Faculdade AJES e Faculdade Ágora

Palavras-chave:

Arquissema, Subliminaridade, Narrativa amazônica, Lotman, Gastão Cruls

Resumo

Este estudo explora a arte como fenômeno cultural e identitário, com ênfase na Amazônia, destacando o conceito de arquissema da triste paixão de Lotman e suas conexões com a subliminaridade. Por meio de uma análise intertextual de textos literários e históricos, incluindo o romance A Amazônia Misteriosa e o diário de viagem A Amazônia que eu vi, ambos de Gastão Luis Cruls, investigam-se como certos recursos narrativos e lexemáticos produzem sentidos e evocam interdiscursos. O arquissema é analisado como uma malha de semas, onde palavras transcendem significados apenas superficiais para compor estruturas significativas através de lexemas, como argumentado por Greimas e Rastier. O estudo também aborda a interdiscursividade, descrita como “signo em gêmeos”, evidenciando a riqueza estética e cognitiva das narrativas analisadas. Finalmente, com base nos códigos operatórios ideológico, temporal e representacional, busca-se compreender as articulações entre ciência, fantasia e arte na construção de um imaginário amazônico.

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Biografia do Autor

Claudio Silveira Maia, Faculdade AJES e Faculdade Ágora

Doutor em Estudos Literários Pelo Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu da FCLAr/UNESP e
professor titular das Faculdades AJES e Ágora.

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Publicado

2026-02-20

Como Citar

Silveira Maia, C. (2026). Arquissema da triste paixão e subliminaridade: Um olhar matreiro sobre passagens de "A Amazônia Misteriosa" e "A Amazônia que eu vi", de Gastão Luis Cruls. Revista Narratio, 5(2). Recuperado de https://revistanarratio.emnuvens.com.br/narratio/article/view/43

Edição

Seção

Artigos